Há vários meses atrás eu escrevi neste blog que a alta dependência do mundo por petróleo poderia estar no fim - talvez perto de 2030.
Mas a notícia de hoje, cujo trecho segue abaixo, mostra que durante muito tempo o oil continuará a ser o principal combustível mundial.
"Para reduzir a dependência do petróleo na produção de energia, porém, o desafio é muito maior. Segundo a AIE, para diminuir a participação do petróleo na matriz energética global do patamar atual, superior a 80%, para 50% em 2050, seriam necessários nada menos que US$ 270 trilhões, número considerado praticamente inatingível.
Até o fim de 2011, o consumo mundial de petróleo atingirá a marca de 90 milhões de barris diários. Apesar de todo o esforço em busca de fontes alternativas, a AIE calcula que o consumo de petróleo seguirá crescendo e passará, em dez anos, de 100 milhões de barris de petróleo por dia. O poder do cartel da Opep já diminuiu desde o primeiro choque do petróleo, de 1973. Na época, a Opep controlava 51% da produção mundial. Agora, domina 40%. Mas essa participação ainda é suficiente para fazer um grande estrago. A recente alta de 20% no preço do petróleo, em apenas uma semana, foi deflagrada pela crise política na Líbia, responsável por apenas 2% da produção mundial".
Mas a notícia de hoje, cujo trecho segue abaixo, mostra que durante muito tempo o oil continuará a ser o principal combustível mundial.
| Rei, please passa petróleo em mim, passa!! |
Até o fim de 2011, o consumo mundial de petróleo atingirá a marca de 90 milhões de barris diários. Apesar de todo o esforço em busca de fontes alternativas, a AIE calcula que o consumo de petróleo seguirá crescendo e passará, em dez anos, de 100 milhões de barris de petróleo por dia. O poder do cartel da Opep já diminuiu desde o primeiro choque do petróleo, de 1973. Na época, a Opep controlava 51% da produção mundial. Agora, domina 40%. Mas essa participação ainda é suficiente para fazer um grande estrago. A recente alta de 20% no preço do petróleo, em apenas uma semana, foi deflagrada pela crise política na Líbia, responsável por apenas 2% da produção mundial".

