O Rei das Blue-Chips!

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O objetivo deste blog é de mostrar opiniões sobre o mercado de ações no Brasil.

30/11/2014

Análise dos Fundamentos sobre a GOL (GOLL4), abordando também a Smiles, até ITR de 09/2014

Análise dos fundamentos de Gol Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (GOLL3, GOLL4), elaborada em 11/2014, com base nos balanços de 2007 até 09/2014 e nas outras informações divulgadas.  

41 páginas. Clique aqui para acessar.

Profunda e completa análise, abordando os diversos aspectos da empresa e de seu mercado, além de efetuar estimativas sobre a possível lucratividade e faturamento futuros.

Aborda também algumas análises sobre a SMILES S. A. (SMLE3), feitas em conjunto com a Gol, principalmente quanto a valor de mercado e possíveis preços justos (itens 12 e 14). 

Vários gráficos, tabelas e cálculos explicativos.

24/11/2014

Análise dos Fundamentos de Renova Energia (RNEW11),até ITR de SET/2014

Análise dos fundamentos de Renova Energia S. A. (RNEW11, RNEW3, RNEW4), elaborada em 11/2014, com base nos balanços de 2010 até 09/2014 e nas outras informações divulgadas.

51 páginas. Clique aqui para acessar.

Profunda e completa análise, abordando os diversos aspectos da empresa e de seu mercado, além de efetuar estimativas sobre a possível lucratividade e faturamento futuros.

Vários gráficos, tabelas e cálculos explicativos.


22/11/2014

Análise dos fundamentos de Vulcabras|azaleia S. A. (VULC3) até ITR de SET/2014

Análise dos fundamentos de Vulcabras|azaleia S. A. (VULC3), elaborada em 11/2014, com base nos balanços de 2005 até 09/2014 e nas outras informações divulgadas.  

 42 páginas. Clique aqui para acessar.

Profunda e completa análise. 

Aborda diversos aspectos, tais como o histórico da empresa, seu plano de reestruturação, demais aspectos internos e de mercado, dentre outros.

Contém estimativas sobre a possível lucratividade e faturamento futuros. Vários gráficos, tabelas e cálculos explicativos.

17/11/2014

Análise dos Fundamentos de LUPATECH, até ITR de 09/2014

Análise dos fundamentos de LUPATECH S. A. (LUPA3), elaborada em 11/2014, com base nos balanços de 2006 até 09/2014 e nas outras informações divulgadas.  

Profunda e completa análise com 52 páginas.

Clique aqui para acessar.

Aborda diversos aspectos, tais como o histórico da empresa, seu plano de reestruturação, demais aspectos internos e de mercado, dentre outros. 

Contém estimativas sobre a possível lucratividade e faturamento futuros. 

Vários gráficos, tabelas e cálculos explicativos.


16/11/2014

Nova análise sobre a Eneva S. A. (ENEV3) até ITR de 09/2014

Análise dos fundamentos da Eneva S. A. (ENEV3), abordando os balanços de 2009 até SET/2014, com 50 páginas.

Clique aqui para acessar a nova análise e as anteriores.

A nova análise aborda os balanços até SET/2014, além das demais informações disponíveis.

Contém projeções de lucratividade, faturamento e possíveis proventos, com vários gráficos, tabelas, cálculos explicativos.


09/11/2014

Nova Análise dos Fundamentos de Paranapanema S. A. (PMAM3) até 3T14

Nova análise sobre a Paranapanema S.A. (PMAM3), elaborada em 11/2014, com base nos balanços de 09/2013 até 09/2014, atualizando a análise anterior, que abordava 2005 até SET/2013. 


Profunda e completa análise, com 33 páginas. 

Clique aqui para acessar a análise atual e as anteriores.

Aborda diversos aspectos, tais como produção, custos, hedge, resultado abrangente, dentre outros. Contém estimativas sobre a possível lucratividade, produção, custos e faturamento futuros. Vários gráficos, tabelas e cálculos explicativos.


04/11/2014

Análise complementar sobre a Prumo (PRML3), referente ao possível aumento de capital

Em 04/11/14, elaborei um estudo complementar, de 13 páginas, para adequar a última análise sobre a Prumo  ao possível aumento de capital anunciado em 28/10/14. 



Análise dos fundamentos de Prumo Logística S.A. (PRML3, ex-LLXL3), elaborada em 05/2014, com base nos balanços de 2009 a MAR/2014 e nas demais informações disponíveis (dados operacionais, ITR, fatos relevantes, comunicados, notícias).

44 páginas.

Analisa os principais perigos e pontos positivos, com o objetivo de visualizar perspectivas futuras.
Contém estimativas quanto ao m² do imóvel, além das análises e estimativas sobre receita, lucratividade e distribuição de proventos. Ilustrado com vários gráficos, tabelas, cálculos explicativos.

02/11/2014

Calculando o valor do rombo na Petrobras a partir das denúncias de superfaturamento

Não faltam notícias sobre o novo propinoduto do PT: o famoso "petrolão".

Notícia do Estadão, de 1º/11/14, neste link, indica que a empresa de auditoria PwC estaria se recusando a "aprovar o balanço" da Petrobras.

Lendo a notícia, interpretei que a PwC estaria questionando vários números e talvez quisesse publicar algumas ressalvas em seu parecer, para mencionar possíveis superfaturamentos em contas de despesas e de ativos, afinal, há denúncias de que contratos da Petrobras eram superfaturados entre 18% e 20%, conforme notícia deste link ( Congresso em Foco), de 04/10/14.

Então, estimei qual seria o montante relativo ao rombo, a partir das demonstrações contábeis divulgadas pela Petrobras e das notícias.

A estimativa abaixo é, obviamente, aproximada e leva em conta as notícias acima.

Para estimar o total do possível roubo feito contra a Petrobras, estimei que a partir de 01/01/08 houve superfaturamento nos investimentos (conta de CONSTRUÇÃO DE ATIVOS PRÓPRIOS) e nas contas de INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS.

Veja que o PT estava no planalto desde 2002 e, conforme estudo que fiz e publiquei neste link, as despesas gerais da Petrobras estavam subindo muito mais do que o IGP-M, sem um motivo aparente, o que justifica a estimativa abaixo, além das notícias.

Primeiro, vamos ao balanço real da empresa, de 06/2014:



Abaixo, faço o ajuste e cálculo do suposto superfaturamento, considerando:

a) que a conta de CONSTRUÇÃO DE ATIVOS PRÓPRIOS registrou 444 bi de 01/2008 a 06/2014. Considerei que este valor embute superfaturamento de 20%, ou 74 bi.

b) que a conta de INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS somou 1,2 trilhões de  01/2008 a 06/2014. Considerei que apenas 50% desse valor poderia ter sido objeto de superfaturamento, ou 643,3 bi. Assim, nos 643,3 bi estaria embutido um superfaturamento de 20%, ou 107,2 bi.

Portanto, temos o balanço ajustado, para evidenciar os valores relativos ao superfaturamento:



Somando os superfaturamentos mostrados acima, temos o total de 181,2 bi, somente no período de 01/2008 a 06/2014.

Isso equivale a um superfaturamento de R$ 13,89 por ação, considerando as atuais 13,044 bi de ações.

Significa que os acionistas (incluindo a União) poderiam ter recebido dividendos de R$ 13,89 por ação, superiores aos que já foram pagos, afinal, o suposto superfaturamento reduziu o lucro e as disponibilidades da Petrobrs.

Considerando que a União e BNDES (+ Fundo de Participação Social) detêm 45,96% do total de ações (ON e PN), poderiam ter recebido 83,3 bi em dividendos adicionais no período.

Se não houvesse distribuição desse valor em proventos, a Petrobras poderia ter reduzido seu enorme endividamento e isso também iria refletir no lucro, com menores despesas financeiras.

Portanto, vamos supor que não houvesse a distribuição adicional de proventos e que, por algum milagre, o valor de 181,2 bi fosse devolvido à empresa. Nessa hipótese, poderia ser estimado que o valor fosse utilizado para reduzir 175 bi da dívida de longo prazo da Petrobras:



Veja que, nessa simulação, o VPA de PETR4 subiria para 35,99, contra atuais 27,77 (2T14). Além disso, grande parte dos empréstimos poderia ser reduzida, melhorando a situação de endividamento da empresa e, obviamente, o lucro, pela redução das despesas financeiras.


É muuuuuuuuuuuuuuita grana!!!  Se as denúncias sobre o "petrolão" estiverem corretas, este é o rombo que as propinas causaram na empresa, segundo esses meus cálculos, que, obviamente, não são precisos: 181,2 bi somente no período de 01/2008 a 06/2014.

Parece exagerado, mas as cotações de PETR4 parecem embutir essa possibilidade, porque entre 2007 e 2009, PETR4 estava girando entre 29,00 e 32,00, com topo perto de 39,00 (no gráfico descontado de proventos). Atualmente, PETR4 gira em torno de 16,00.

Somando a cotação de 31/10/14 ( 15,28 ) mais  o rombo de 13,89, temos 29,17, que parece ser o nível de cotação aproximado que "todos esperariam" para uma empresa do porte da Petrobras, dentro do atual nível de pessimismo que paira no mercado de ações brasileiro

Sabemos que, muitas vezes, as cotações em bolsa já embutem eventos misteriosos, ainda não publicados. Isso parece confirmar o rombo que calculei acima, ou seja, o "mercado" parece já saber e acaba precificando o ativo, descontando o valor supostamente superfaturado.

Considerando que os cálculos acima são hipotéticos,  qual será o valor correto do superfaturamento, caso as denúncias sejam confirmadas?
Podemos estimar 6 outros níveis de possíveis superfaturamentos:



Interessante é que a dívida financeira da Petrobras saltou de 63,2 bi em 12/2008 para 307,4 bi em 06/2014, um acréscimo de 244,4 bi, bem próximo ao valor de 181,2 bi que calculei mais acima.

Se essa roubalheira realmente aconteceu, no nível de 181,2 bi, posso concluir que a Petrobras é uma empresa muito lucrativa e com tendência a mostrar bons números, porque, mesmo com a hipótese de roubo de 181,2 bi em 6 anos e meio, a empresa mostra situação não tão ruim, apesar do endividamento.

Significa que, caso o problema do superfaturamento seja resolvido, a empresa poderá mostrar mais saúde financeira e mais lucros.

Não é à toa que recentemente PETR4 disparou para o nível de 24,50, sem motivo aparente. As notícias indicaram que seria pela expectativa de vitória de Aécio Neves. Mas eu acho que, na verdade, a alta recente revela uma expectativa de resolução do problema no futuro.

A revista Veja publicou hoje uma série de gráficos, neste link,  que mostram vários números interessantes sobre a Petrobras. Parece que só falta o lucro subir, porque receita, dívida e investimentos subiram... Talvez se o suposto superfaturamento for eliminado, a empresa poderá mostrar margens de lucro melhores.

Só torço para que os responsáveis por essa roubalheira (caso as denúncias se comprovem) sejam presos e que as autoridades consigam recuperar 100% do dinheiro roubado (corrigido + multa de 50%), afinal, foram lesados TODOS OS BRASILEIROS.

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Vejam a lista de outros artigos em:

http://analisedefundamentos.blogspot.com/p/artigos.html

Vejam análises sobre a Petrobras e outras empresas:

http://analisedefundamentos.blogspot.com/



 material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,pwc-recusa-se-a-aprovar-balanco-da-petrobras-diz-estadao,1586592

06/09/2014

LCMB diz que o futuro do Brasil não está no rumo de uma Venezuela

Artigo do LCMB de 05/09/14. O cara continua otimista com o longo prazo do Brasil, conforme entrevistas que ele concedeu, que postei neste link

"O Brasil não é a Venezuela
Por Luiz Carlos Mendonça de Barros - Folha de São Paulo - 05/09/2014
Fonte: Jornal Folha de São Paulo - 05/09/2014

Existe hoje um clima de quase pânico em parte da elite brasileira. Sou testemunha deste fato, pois, por dever profissional, tenho contato com um grande número desses desesperados. A leitura deste pessoal é a de que estamos caminhando celeremente para o mesmo caminho trilhado pela Argentina e pela Venezuela.

O leitor sabe que não concordo com essa leitura catastrofista por várias razões. Uma delas é que a recessão que vivemos hoje nada mais representa do que o caminho natural de toda a economia de mercado depois de um período de boom econômico, como o que vivemos entre 2004 e 2011. Esse ajuste foi evitado no início do mandato da presidenta Dilma pela aplicação de doses maciças de anabolizantes com alto conteúdo de expansão do crédito dos bancos públicos e aumento dos gastos do governo.

Entre 2004 e 2007 o crédito cresceu a uma taxa de 25% ao ano nos bancos privados e de 20% no caso dos bancos públicos. Entre 2007 e 2008, esta taxa acelerou-se para mais de 35% ao ano no segmento privado, com os bancos oficiais ficando para trás, crescendo apenas 20% ao ano.
Mas, a partir do agravamento da crise americana, no segundo semestre de 2008, essas posições se inverteram, com os bancos privados pisando no freio e trazendo a taxa de expansão de seus empréstimos para menos de 10% ao ano e os bancos oficiais expandindo suas operações a uma taxa que chegou a 40% nas vésperas das eleições de 2010.

Era o governo reagindo à crise externa e defendendo a eleição de sua candidata a presidente da República. Passadas as eleições, a política econômica do governo voltou à normalidade, com os bancos públicos reduzindo a taxa de expansão de suas operações para algo próximo a 20% ao ano, a mesma verificada então nos bancos privados.

Pois foi nesse momento que a queda da atividade passou a tomar conta da economia brasileira dentro de um processo natural de ajustes, como escrevi acima. O governo, em vez de aceitá-lo -e administrar esse ajuste-, decidiu aumentar suas apostas no crescimento do consumo e, mais uma vez, os bancos públicos foram chamados a agir.

As taxas anuais de crescimento de suas operações voltaram a crescer, chegando a 30% ao ano em 2013. Neste cenário, as vendas ao consumo aumentaram, dando a impressão de que a economia -como no passado- voltaria a responder positivamente aos mesmos anabolizantes.
Ledo engano, pois as condições eram outras e a inflação apareceu com força, obrigando o Banco Central a mudar o sinal de sua política monetária. Pressionado pelos efeitos de uma inflação que, mesmo com juros mais altos, ameaçava sair do controle, o governo jogou a toalha e, nos últimos meses, ordenou que os bancos públicos normalizassem suas operações.

Hoje a taxa de expansão caiu para 18% ao ano e deve continuar a desacelerar, seguindo a direção dos bancos privados, que vem expandindo suas operações a uma taxa modestíssima para nossos padrões, de 8% ao ano.

Volto agora ao início de minha coluna e reafirmo minha posição de que esta recessão que estamos vivendo é "ainda" fruto de um ajuste natural e benéfico de nossa economia. Com uma política econômica adequada, será questão de pouco tempo voltarmos ao leito natural de crescimento, que deve ser hoje da ordem de 3% ao ano. O que nos afasta de forma clara do mesmo caminho trilhado pela Venezuela e Argentina.

E parece que essa é também a leitura do mercado internacional de capitais, pois o Brasil teve uma demanda de US$ 4,8 bilhões para a emissão de US$ 500 milhões de títulos de dez anos de prazo anunciada há poucos dias. Aproveitando-se da situação em que as ofertas de compra representaram mais de nove vezes o valor da emissão, o Tesouro vendeu um total de US$ 1 bilhão, pagando juros anuais de 3,88%, ou seja, 1,4 ponto percentual mais do que o título equivalente do Tesouro americano.

Como eu, todos os compradores destes papéis -e de outros emitidos pelo governo brasileiro no exterior e aqui no país- estão longe da histeria dos brasileiros preocupados com nosso futuro de Venezuela."


Imperdível discurso de Steve Jobs de 2005

Interessantíssimo discurso de Steve Jobs em 2005, em que ele conta imperdíveis histórias sobre sua vida, além de ótimos comentários.

"Stay hungry, stay foolish".