O Rei das Blue-Chips!

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O objetivo deste blog é de mostrar opiniões sobre o mercado de ações no Brasil.

06/09/2014

LCMB diz que o futuro do Brasil não está no rumo de uma Venezuela

Artigo do LCMB de 05/09/14. O cara continua otimista com o longo prazo do Brasil, conforme entrevistas que ele concedeu, que postei neste link

"O Brasil não é a Venezuela
Por Luiz Carlos Mendonça de Barros - Folha de São Paulo - 05/09/2014
Fonte: Jornal Folha de São Paulo - 05/09/2014

Existe hoje um clima de quase pânico em parte da elite brasileira. Sou testemunha deste fato, pois, por dever profissional, tenho contato com um grande número desses desesperados. A leitura deste pessoal é a de que estamos caminhando celeremente para o mesmo caminho trilhado pela Argentina e pela Venezuela.

O leitor sabe que não concordo com essa leitura catastrofista por várias razões. Uma delas é que a recessão que vivemos hoje nada mais representa do que o caminho natural de toda a economia de mercado depois de um período de boom econômico, como o que vivemos entre 2004 e 2011. Esse ajuste foi evitado no início do mandato da presidenta Dilma pela aplicação de doses maciças de anabolizantes com alto conteúdo de expansão do crédito dos bancos públicos e aumento dos gastos do governo.

Entre 2004 e 2007 o crédito cresceu a uma taxa de 25% ao ano nos bancos privados e de 20% no caso dos bancos públicos. Entre 2007 e 2008, esta taxa acelerou-se para mais de 35% ao ano no segmento privado, com os bancos oficiais ficando para trás, crescendo apenas 20% ao ano.
Mas, a partir do agravamento da crise americana, no segundo semestre de 2008, essas posições se inverteram, com os bancos privados pisando no freio e trazendo a taxa de expansão de seus empréstimos para menos de 10% ao ano e os bancos oficiais expandindo suas operações a uma taxa que chegou a 40% nas vésperas das eleições de 2010.

Era o governo reagindo à crise externa e defendendo a eleição de sua candidata a presidente da República. Passadas as eleições, a política econômica do governo voltou à normalidade, com os bancos públicos reduzindo a taxa de expansão de suas operações para algo próximo a 20% ao ano, a mesma verificada então nos bancos privados.

Pois foi nesse momento que a queda da atividade passou a tomar conta da economia brasileira dentro de um processo natural de ajustes, como escrevi acima. O governo, em vez de aceitá-lo -e administrar esse ajuste-, decidiu aumentar suas apostas no crescimento do consumo e, mais uma vez, os bancos públicos foram chamados a agir.

As taxas anuais de crescimento de suas operações voltaram a crescer, chegando a 30% ao ano em 2013. Neste cenário, as vendas ao consumo aumentaram, dando a impressão de que a economia -como no passado- voltaria a responder positivamente aos mesmos anabolizantes.
Ledo engano, pois as condições eram outras e a inflação apareceu com força, obrigando o Banco Central a mudar o sinal de sua política monetária. Pressionado pelos efeitos de uma inflação que, mesmo com juros mais altos, ameaçava sair do controle, o governo jogou a toalha e, nos últimos meses, ordenou que os bancos públicos normalizassem suas operações.

Hoje a taxa de expansão caiu para 18% ao ano e deve continuar a desacelerar, seguindo a direção dos bancos privados, que vem expandindo suas operações a uma taxa modestíssima para nossos padrões, de 8% ao ano.

Volto agora ao início de minha coluna e reafirmo minha posição de que esta recessão que estamos vivendo é "ainda" fruto de um ajuste natural e benéfico de nossa economia. Com uma política econômica adequada, será questão de pouco tempo voltarmos ao leito natural de crescimento, que deve ser hoje da ordem de 3% ao ano. O que nos afasta de forma clara do mesmo caminho trilhado pela Venezuela e Argentina.

E parece que essa é também a leitura do mercado internacional de capitais, pois o Brasil teve uma demanda de US$ 4,8 bilhões para a emissão de US$ 500 milhões de títulos de dez anos de prazo anunciada há poucos dias. Aproveitando-se da situação em que as ofertas de compra representaram mais de nove vezes o valor da emissão, o Tesouro vendeu um total de US$ 1 bilhão, pagando juros anuais de 3,88%, ou seja, 1,4 ponto percentual mais do que o título equivalente do Tesouro americano.

Como eu, todos os compradores destes papéis -e de outros emitidos pelo governo brasileiro no exterior e aqui no país- estão longe da histeria dos brasileiros preocupados com nosso futuro de Venezuela."


Imperdível discurso de Steve Jobs de 2005

Interessantíssimo discurso de Steve Jobs em 2005, em que ele conta imperdíveis histórias sobre sua vida, além de ótimos comentários.

"Stay hungry, stay foolish".


24/08/2014

Análise dos Fundamentos de Bradespar, até ITR de 06/2014

Análise dos fundamentos de Bradespar S. A. (BRAP3, BRAP4), até ITR de 06/2014 e demonstrativos até 18/08/2014. 

Profunda e completa análise, elaborada em 08/2014, com base nos balanços de 2000 até JUNHO/2014.

35 páginas. Clique aqui para acessar.

Contém análise das demais informações disponíveis até a data de elaboração do relatório (ITR, comunicados, documentos arquivados pela empresa) e estimativas sobre a possível lucratividade, distribuição de proventos; perspectivas futuras.


20/08/2014

É provável que o petróleo seja um recurso inesgotável no planeta

É provável que a origem do petróleo seja abiótica, ou seja, independe da decomposição de organismos vivos para sua formação (teoria biótica da formação do petróleo).


Há vários estudos sobre isso na internet, tais como essa monografia:

http://www.avm.edu.br/docpdf/monografias_publicadas/K220337.pdf


O site FCiências mostra interessante estudo, no link:

http://www.fciencias.com/2012/03/31/o-petroleo-nao-e-de-origem-fossil-e-inesgotavel/


Abaixo, alguns trechos do site:


"Quais os interesses por trás de um petróleo biótico?

Entretanto, os chamados “cientistas”, os jornalistas e os políticos querem que acreditemos que o fim do petróleo está a chegar, porque supostamente a produção já atingiu o seu pico e agora está a decrescer. Naturalmente, a intenção é criar um clima que justifique o alto preço do petróleo e com isso obter lucros gigantescos de forma facilitada.

Sabe-se agora que o petróleo pode ser explorado praticamente em toda a parte, desde que se esteja disposto a investir nos altos custos de uma perfuração profunda. Qualquer país se pode tornar independente em matéria de energia. Simplesmente, os donos das petrolíferas querem países dependentes e que paguem caro pelo petróleo importado.

A afirmação de que existe um máximo na extracção de petróleo é, de facto, um golpe e uma mentira . Trata-se apenas de construir uma escassez e um encarecimento artificial. Tudo se resume a negócios, lucro, poder e controle."

(...)

"A sonda espacial Cassini descobriu, ao passar próximo de Titã (lua de Saturno), que esta está repleta de hidrocarbonetos líquidos. No entanto não existe vida nesta lua, portanto a síntese dos hidrocarbonetos terá de ser à base de um outro processo químico. "

(...)

"Como se forma o petróleo abiótico?

Na Terra, as placas continentais flutuam sobre uma inimaginável quantidade de hidrocarbonetos. Nas camadas mais produndas do manto terrestre surgem, em condições de temperatura, pressão e condições adequadas, grandes quantidades de hidrocarbonetos. A rocha calcária inorgânica é transformada num processo químico. Os hidrocarbonetos que daí resultam, são mais leves que as camadas de solo e rocha sedimentares, e por isso sobem pelas fendas da Terra e acumulam-se sob as camadas impermeáveis da crosta terrestre.


As elevadas temperaturas do magma são a fonte de energia para este fenómeno geológico. O resultado deste processo designa-se de petróleo abiótico, pois a sua produção não deriva de formas biológicas de vida, mas sim por um processo químico no interior da Terra. Este processo acontece ininterruptamente e continuamente.


Argumentos relevantes que sustentam a tese de que o petróleo tem origem abiótica

O petróleo é extraído a grandes profundidades, ultrapassando os 13 km. Isso contradiz totalmente a tese dos fósseis, pois os restos dos seres vivos marinhos nunca chegaram a tais profundidades e a temperatura (elevadíssima) teria destruído todo o material orgânico.


As reservas de petróleo, que deveriam estar vazias desde os anos 70, voltam a encher-se novamente por si mesmas. O petróleo fóssil não pode explicar este fenómeno. Só pode ser explicado pela produção incessante de petróleo abiótico no interior da Terra.

A quantidade de petróleo extraída nos últimos 100 anos supera a quantidade de petróleo que poderia ter sido formado através da biomassa. Nunca existiu material vegetal e animal suficiente para ser transformado em tanto petróleo. Somente um processo de fabricação de hidrocarbonetos no interior da Terra pode explicar esta quantidade gigantesca.

Quando observamos as grandes reservas de petróleo no mundo é notório que elas surgem onde as placas tectónicas estão em contacto uma com as outras ou se deslocam. Nestas regiões existem inúmeras fendas, um indício de que o petróleo provém do interior da Terra e migra vagarosamente através das aberturas para a superfície."

16/08/2014

Grafista Fausto Botelho diz que preço do petróleo cairá 50% dentro de poucos meses

Em vídeo de 14/08/2014, o grafista Fausto Botelho diz que preço do petróleo cairá 50% dentro de poucos meses:

https://www.youtube.com/watch?v=UDptG7Mu4Gg

No final do vídeo ele cita a Petrobrás, indicando que ela seria prejudicada com essa possível queda, já que os custos de exploração do pré-sal são muito altos, perto de US$ 100,00, conforme notícia deste link.

Se o preço do oil de fato cair e ficar muito tempo perto de US$ 45,00, será mesmo desastroso para a Petrobrás.




Mas se os preços ficarem perto de US$ 70,00 a US$ 85,00, a Petrobrás TERÁ LUCRO!!!  Seu segmento de abastecimento interno poderá se tornar superavitário, afinal, a Petrobrás é uma empresa petrolífera paradoxal: perde com alta do petróleo, ganha com a queda, conforme análise que fiz sobre a empresa, neste link.


http://analisedefundamentos.blogspot.com.br/



10/08/2014

Nova Análise dos Fundamentos sobre Metisa (MTSA3, MTSA4) até ITR de 06/2014

Análise dos fundamentos de Metisa Metalúrgica Timboense S.A. (MTSA3, MTSA4).

Profunda e completa análise, elaborada em 08/2014, com base nos balanços de 2006 até 06/2014.

Timbó/SC
39 páginas. Clique aqui para acessar.

Contém análise das demais informações disponíveis até a data de elaboração do relatório (ITR, comunicados, documentos arquivados pela empresa) e estimativas sobre a possível lucratividade, distribuição de proventos; perspectivas futuras da empresa e de seus mercados.

Análise dos Fundamentos de Gerdau S. A. até ITR de 06/2014

Nova Análise dos fundamentos sobre a Gerdau (GGBR3, GGBR4), até ITR de 06/2014.

Profunda e completa análise, elaborada em 08/2014, com base nos balanços de 2008 até JUNHO/2014.

49 páginas. Clique aqui para acessar a nova análise também a anterior.

Contém análise das demais informações disponíveis até a data de elaboração do relatório (ITR,
comunicados, documentos arquivados pela empresa) e estimativas sobre a possível lucratividade,
distribuição de proventos; perspectivas futuras.



05/08/2014

Alguns tipos de fraudes contra acionistas

Analisando várias empresas, já "senti o cheiro" de várias fraudes.

Não dá para saber ao certo se são muito comuns ou se as fraudes abaixo são meras  exceções...

Mas elas existem e estão por aí, fraudando os acionistas minoritários das empresas abertas.

As fraudes abaixo não são "privilégio" de empresas listadas em bolsa. Muitas delas são praticadas em empresas  de capital fechado, com poucos sócios.

E aí, já sentiu o cheiro de algum desses tipos de fraudes, ao analisar algum balanço?





Há vários outros tipos de fraudes; umas mais sofisticadas, outras mais grosseiras. Os exemplos acima são apenas alguns deles.

O objetivo é quase sempre o mesmo: alguns sócios e/ou administradores obterem vantagem indevida para si, em detrimento dos sócios, governo e também da saúde patrimonial da empresa.

http://analisedefundamentos.blogspot.com/




04/08/2014

Para quem quer entender o Brasil no longo prazo: excelente entrevista com LCMB

Muito bons os vídeos: recentes entrevistas com Luiz Carlos Mendonça de Barros.

Ajuda a quem quer tentar visualizar cenários futuros para o Brasil, no longo prazo, apesar da atual situação ruim.

Um ponto interessantíssimo do vídeo: LCMB diz que os antigos controladores da "Brahma" venderam a empresa por apenas US$ 50 MM, com medo das turbulências políticas.
Mendonça de Barros diz que  nunca viu uma decisão empresarial tão errada na vida (obviamente, basta ver ABEV3 e a antiga AMBV4 no longo prazo).

(OBS.: vejam as análises fundamentalistas em http://analisedefundamentos.blogspot.com.br/)






02/08/2014

Análise dos Fundamentos de USIMINAS, até ITR de 06/2014

Análise dos fundamentos de Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. (USIMINAS, USIM3, USIM5, USIM6).

Profunda e completa análise, elaborada em 08/2014, com base nos balanços de 2005 até JUNHO/2014.

47 páginas.

 Clique aqui para acessar esta análise a anterior.

Contém análise das demais informações disponíveis até a data de elaboração do relatório (ITR, comunicados, documentos arquivados pela empresa) e estimativas sobre a possível lucratividade, distribuição de proventos; perspectivas futuras.