O Rei das Blue-Chips!

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O objetivo deste blog é de mostrar opiniões sobre o mercado de ações no Brasil.

13/03/2014

Análise dos Fundamentos de Eneva S. A. (ENEV3), até ITR de 09/2013

Análise sobre a Eneva S. A. (ENEV3), abordando os balanços de 2007 até SET/2013, além das demais informações disponíveis. 

Contém projeções de lucratividade, faturamento, proventos.

Vários gráficos, tabelas, cálculos explicativos.

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11/03/2014

As safadezas do PT, o livro "1984" de G. Orwell e a bolsa brazuca

Ótimo artigo de hoje, na Exame, neste link, cujo texto transcrevo abaixo:


"O livro 1984 e a bolsa brasileira

Artur Oliveira
Confiança.
Não há nada mais importante do que confiança, manifestada por estabilidade política, existência de um sistema jurídico que exponha claramente as regras do jogo sem riscos de surpresas indesejadas, transparência no registro estatístico da economia, crescimento sustentável, além de uma orientação pró-mercado sem blefes socialistas com vizinhos cujas economias se encontram estagnadas e as respectivas populações em condições precárias.
O Brasil peca justamente nesses quesitos, o que nos remete ao livro “1984″, cujo autor George Orwell obteve êxito na descrição, salvas as devidas proporções, da relação entre governos e indivíduos nas décadas posteriores ao contexto no qual a sua obra foi publicada.
“1984″.
O livro, fundado em ficção, retrata uma sociedade cujo partido dominante – chamado simples de “The Party” – tinha total controle sobre as ações e a mente dos indivíduos da Oceania. Alguns dos instrumentos para a obtenção desse intento é descrito de forma breve a seguir.
À época existiam três super potências: Oceania, Eurasia e Eastasia. Com a finalidade de justificar a existência do “The Party” e seus métodos rigorosos de controle sobre a população, propagava-se que as outras duas forças militares daquele tempo estavam constantemente planejando uma invasão da Oceania.
Entretanto, o temor fomentado pelo “The Party” não passava de propaganda política, uma vez que ao partido dominante não interessava nenhum conflito armado em decorrência do risco de uma maior percepção dos habitantes da Oceania em relação ao padrão de vida desfrutado por pessoas em outras regiões do mundo.
O personagem principal, Winston, ironicamente trabalhava no Ministério da Verdade, sendo a sua principal atribuição alterar dados históricos e atuais relativos a ações do partido com o intuito de favorecê-lo, o que incluía desde a mudança de dados sobre produções de grãos e outros produtos até mesmo a alternância constante dos inimigos externos da Oceania.
O objetivo era demonstrar por meio de dados de produção, que a qualidade de vida da população estava constantemente melhorando, apesar da realidade apontar para um cenário bem distinto.
Paralelos.
Aos investidores da bolsa brasileira não agradam quaisquer flertes com as inclinações políticas e econômicas da Venezuela, Argentina e de Cuba. Quando em discursos de autoridades brasileiras se vê certo ranço “anti América” há uma grande preocupação com os rumos da economia brasileira.
Salvas as devidas proporções, o governo nos remete ao livro “1984″ e à utilização de uma guerra inexistente para justificar a existência do partido dominante; uma luta ideológica contra o Império opressor. Em muitos casos, esse conflito fantasioso dá respaldo à perpetuação por décadas de certos governantes.
O próprio uso político da Petrobrás, como ferramenta de combate à inflação, nos fazer pensar em relação à inclinação brasileira ao discurso “abaixo o Império” propagado por nossos vizinhos.
Outro paralelo importante:  apesar da negação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior quanto à contabilização de plataformas de petróleo como exportações, sendo que estes ativos não deixam em nenhum momento o país, é possível estabelecer um triste paralelo com o que George Orwell chamou de “Ministry of Truth”, cujas ações eram igualmente questionáveis.
Conclusão.
Por fim, quando se fala em derretimento do preço das ações negociadas nas bolsas de valores de São Paulo, além dos fatores externos (perspectivas desanimadoras em relação à China, liquidez artificial provocada pela política monetária americana, projeções pífias quanto ao crescimento do Brasil e de outras regiões do mundo, dentre outras coisas), é preciso também enxergar o nosso país com os olhos dos investidores estrangeiros.
Lembremos que a Bovespa foi palco do fim da ilusão propagada pelo empresário Eike Batista, cujas relações próximas com o governo federal não foram suficientes para evitar o colapso das ações de sua petrolífera. A mensagem foi que o público se confunde com o privado.
A bolsa precifica há alguns anos as incertezas quanto ao pré-sal por conta de certa restrição ao capital estrangeiro sob o argumento de proteger o patrimônio dos brasileiros da ganância capitalista, além do uso da estatal como uma ferramenta de controle da inflação, sendo este último aspecto o responsável pelo “sufocamento” da rentabilidade da petrolífera.
Por fim, quando os investidores olham para o Brasil vêem o “gigante adormecido” de várias décadas passadas, “asfixiado” por medidas equivocadas calcadas em utopias que vão de encontro com a orientação pró-mercado que deve nortear toda política econômica nos dias de hoje."

Valor de mercado do Facebook é maior do que da Petrobrás

Considerando as cotações de hoje, temos o seguinte quadro:




Significa que o Facebook vale mais do que Vale e Petrobrás juntas, ou seja, com base nos valores de mercado das ações, poderiam ser trocadas Vale e Petrobrás pelo  Facebook.

Quem diria!?!?! Dizem que o FB é um simples "livro de fotos".

O que está por trás dos valores acima? TUDO! O mercado tende a precificar o futuro. Assim, as cotações indicam que o futuro do FB é muito melhor do que de Vale e Petrobrás juntas. Obviamente, essa é uma situação de momento, mas é a realidade: a famosa "marcação a preços de mercado".

E para complicar mais um pouco, a Petrobrás aumentou sua dívida hoje em mais US$ 8,5 bi. Os credores agradecem e os acionistas sofrem!

Nada impede que no futuro apenas as ações do Twitter sejam suficientes para comprar Vale e Petrobrás juntas!

Sobre a Petrobrás, uma análise que fiz, até a ITR de 09/2013, pode ajudar a mostrar os motivos:

http://analisedefundamentos.blogspot.com.br/2013/12/petrobras-petr3-petr4.html
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05/03/2014

Análise dos fundamentos e das perspectivas de MANGELS (MGEL4), até balancetes de 01/2014

Análise dos fundamentos e perspectivas de Mangels Industrial S. A. (MGEL3, MGEL4), com base nos balanços de 2005 a 09/2013, documentos do PRJ, balancetes de 11/2013 a 01/2014 do PRJ.

35 páginas. Clique aqui para acessar.

Relatório bem profundo e analítico, abordando todos os aspectos e traçando perspectivas, com base nas informações divulgadas e análises. Vários gráficos e quadros explicativos.
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04/03/2014

Nova Análise dos Fundamentos da CSN (CSNA3) até 12/2013

Análise dos fundamentos da Companhia Siderúrgica Nacional.

Profunda e completa análise, elaborada em MAR/2014, com base nos balanços de 2005 até DEZEMBRO/2013.

39 páginasClique aqui para acessar.

Contém análise das demais informações disponíveis até a data de elaboração do relatório (ITR, comunicados, documentos arquivados pela empresa), estimativas sobre a possível lucratividade, distribuição de proventos; perspectivas; o problema com as ações da USIMINAS.

Vários gráficos, tabelas e cálculos explicativos.
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02/03/2014

Nova análise sobre a Tupy S. A. (TUPY3) e suas perspectivas pós capitalização de 10/2013

Relatório de Análise de TUPY S.A. - TUPY3, abordando os balanços de 2004 a DEZ/2013.

54 páginasClique aqui para acessar.

Analisa a recente capitalização de 10/2013, as demais informações disponíveis até a data de elaboração do relatório (ITR, comunicados, documentos arquivados pela empresa).

Contém estimativas sobre a possível lucratividade, distribuição de proventos; perspectivas. Vários gráficos, cálculos e tabelas explicativas.
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09/02/2014

Twitter do Feike Batista em 16/05/2011: "não vai ter diluição"

Antes de sumir do twitter, o Feike Batista vivia fazendo propaganda de OGPÓ3.

Em um deles, disse, textualmente: "não vai haver diluição", quando perguntei a ele sobre a dívida que a empresa estava fazendo naquela época (a mesma que dá trabalho agora, os bonds de US$ 3,6 bi).

Vejam abaixo os prints do meu twitter, https://twitter.com/reidasbluechips.

Espero que o Feike não apague agora, afinal, milhares de pessoas já devem ter visto e impresso o twit. Enfim, haverá ou não diluição de 10 vezes?  Se houver essa diluição, que irá massacrar os minoritários e favorecer os credores (fraude contra acionistas, conforme já escrevi em outro post, neste link), o Feike irá mentir, mais uma vez.









08/02/2014

O problema da ALL América Latina (ALLL3) passa pela pilantragem do PT

A notícia do Estadão de 08/02/14, neste link, mostra que o problema enfrentado pela ALL tem origem nas PilanTragens do PT. O trecho da notícia abaixo é revelador:

"Em 2009, ALL e Rumo firmaram contrato para o transporte de açúcar até o terminal açucareiro no Porto de Santos. O acordo prevê volumes crescentes de carga a ser transportada mediante duplicação da via.

Nesse sistema, a Rumo se comprometeu a adquirir os vagões e locomotivas necessários na operação e repassar o montante para aumentar a capacidade da ferrovia até que fosse possível transportar 1,09 milhão de toneladas do produto por mês, o que corresponderia a, no máximo, 30% da capacidade suportada pela via expandida. A duplicação, contudo, está incompleta - dois trechos que somam 40 quilômetros emperraram na obtenção de licenças da Fundação Nacional do Índio (Funai). Fontes do governo dizem que essas licenças deverão ser aprovadas em breve.

Capacidade. A Rumo alega que a concessionária não cumpre o contrato ao não atender o volume solicitado na sua programação. A ALL diz que a subsidiária da Cosan faz pedidos exagerados e acima da capacidade de recebimento de açúcar do terminal para ganhar com as multas previstas em caso de não cumprimento do transporte. A capacidade de recebimento do açúcar pelo terminal da Rumo é um dos pontos de discórdia no processo arbitral atualmente em curso."



O trecho que grifei acima mostra que o problema tem origem nas trambicagens com terras indígenas. Em resumo, a ALL, importante empresa que tem foco no desenvolvimento ferroviário do pais (infraestrutura fundamental para o desenvolvimento do PIB), encontrou dificuldades nas mutretas envolvendo a FUNAI.

Eu só posso concluir que o PT está pedindo alguma propina para a ALL para liberar o trecho acima. Não há motivos para travar o crescimento do país só para deixar os índios com posses de imensas propriedades de terras, enquanto nós nos apertamos nos grandes centros urbanos.

Sabemos que essas malandragens envolvendo terras indígenas são campos férteis para a corrupção. O Brasil foi invadido pelos portugueses em 1500 (do ponto de vista dos índios). Do ponto de vista da civilização ocidental, o Brasil foi descoberto. 

Enfim, os portugueses aqui aportaram e disseram aos índios: "perderam, playboys, as terras são nossas".

É assim mesmo. E daí? O mundo sempre foi assim; a civilização mais avançada sempre dominou a outra. 

Não dá para aceitar que o desenvolvimento da importante infraestrutura de ferrovias fique parado só porque algumas terras indígenas estão sendo violadas.

Se vc que lê este texto tem dó dos índios, devolva suas terras para eles e volte para Portugal, África, enfim, para o local de origem de seus ancestrais.

Civilização indígena é coisa do passado. O mundo mudou e não justifica deixarem imensas quantidades de terras nas mãos desses pré-históricos, que pararam no tempo. Só quem é muito burro para pensar o contrário.

Quer entender mais sobre a ALL América Latina - ALLL3? Leia esta análise:

http://analisedefundamentos.blogspot.com.br/2013/02/all-america-latina-logistica-alll3.html

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03/02/2014

Uma ótima solução para resolver os problemas da Petrobrás e de outras empresas

Seus problemas acabaram! Eu tenho a solução para os problemas da Petrobrás, OGX, QGEP e HRT.

Não é fácil de ser implantada politicamente, mas é bem possível do ponto de vista estritamente empresarial.

Quais são os principais problemas da Petrobrás?

1 - o principal: seu segmento de abastecimento interno de combustíveis está muito deficitário. Para compensá-lo, a empresa teria que aumentar, e muito, sua produção de oil e gás, para contrabalançar o deficit.
Mas isso é difícil, porque a Petrobrás precisa investir no pré-sal. Esse problema foi abordado nas análises que fiz, neste link.

2 -  O governo do PT metendo a mão na empresa. Essa suspeita é fácil de ser constatada através do fortíssimo aumento de suas despesas administrativas e outras, a partir de 2002 (ano da eleição do Mula).
Para mostrar isso, fiz o gráfico abaixo, que compara a soma das despesas gerais da Petrobrás (Administrativas, com Vendas e Outras) com o gráfico do IGP-M, em números-índice, base 100 em 06/2001.

De 06/2001 a 09/2013, o IGP-M cresceu 2,58 vezes. As despesas gerais da Petrobrás cresceram 4,03 vezes.
É uma divergência muito grande. Nem as despesas com vendas deveriam crescer tanto assim.
Nos 12 meses até 09/2013, as despesas gerais somam R$ 38,5 bi.
Nos 12 meses até 03/2002, as despesas gerais eram de R$ 10,3 bi, um aumento de 28,2 bi.

Se essas despesas anuais seguissem o IGP-M, seriam perto de R$ 26,6 bi. Significa que a Petrobrás aumentou, inexplicavelmente, suas despesas gerais anuais em R$ 11,8 bi.

Não há explicação para isso. Só pode ser mutreta ou muita má administração. Eu acho que é mutreta, afinal, o acionista controlador, o governo federal, está nas mãos da quadrilha de ladrões do PT desde 2002.


3 - O terceiro problema vou chamar de "paradoxo do crescimento do PIB" e  decorre do primeiro problema, ou do "paradoxo da Petrobrás", abordado nas análises deste link. 

O paradoxo da Petrobrás refere-se ao problema da empresa, que tem prejuízos quando o preço do petróleo sobe, apesar de ser uma empresa petrolífera (que deveria lucrar com isso!!).

O acionista controlador é o governo e assim ele deveria trabalhar para que o PIB aumentasse satisfatoriamente. Mas, se isso ocorresse, o consumo de combustíveis no Brasil iria crescer muito, aumentando os prejuízos da Petrobrás. Veja que paradoxo!! O governo, então, "ganha" se o PIB do Brasil ficar parado, porque assim o lucro da Petrobrás aumentaria (pela estagnação da demanda de combustíveis) e o governo receberia mais dividendos da empresa, já que é seu acionista majoritário.

Em um outro texto, neste link, abordei o problema da inflação, mostrando que, na verdade, o governo está, propositalmente, freando o crescimento do país.

Enfim, COMO RESOLVER ESSES PROBLEMAS???

O problema número 2 só será resolvido com a saída dos ladrões do governo (Mula e seus mensaleiros). Já deveriam ter saído nas últimas eleições, mas o povo cai na lábia da quadrilha do PT... Então, espero que seja resolvido nas eleições deste ano e que outra quadrilha de políticos ladrões não continuem a roubalheira que foi organizada pelo PT.

O problema número 1 pode ser resolvido da seguinte maneira: a Petrobrás parar de investir no caro e problemático pré-sal, pelo menos nos próximos anos. Investiria em extração de oil em águas rasas e no continente, locais mais baratos. Assim, aumentaria de forma mais rápida sua produção, para contrabalançar o deficit do abastecimento interno de gasolina e outros combustíveis.

Para viabilizar rapidamente esse aumento de produção, bastaria comprar as empresas OGX, QGEP e HRT, além de outras empresas menores ou áreas de exploração.

Sabemos que os problemas da OGX e HRT são a falta de grana para explorar suas áreas. A QGEP adotou uma estratégia de exploração mais lenta, ou seja, se capitaliza com o lucro de Manati para se endividar o menos possível quando partir de vez para explorar o oil.

Como a Petrobrás se entupiu de dívidas, está com bastante grana para investir em E&P e, por isso, iria desenvolver muito mais rapidamente os recursos das empresas acima.

No caso da HRT, que tem bastante gás na Amazônia, o problema também é grana para construir gasodutos. Mas a Petrobrás conseguiria resolver isso, caso comprasse a HRT, porque já tem gasodutos por lá e grana para construir mais.

Se a Petrobrás de fato fizesse essas aquisições, não precisaria incorporar as empresas. Bastaria deixá-las como subsidiárias integrais durante o tempo de desenvolvimento dos campos e exploração. No futuro, com as empresas devidamente desenvolvidas e em plena produção, poderia vendê-las novamente ao mercado ou a outros investidores.

E o problema número 3 ?  Seria resolvido automaticamente com a resolução dos problemas 1 e 2.

#ficaadica.

Vejam minhas análises em

http://analisedefundamentos.blogspot.com.br/
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01/02/2014

Análise dos Fundamentos de BRASILAGRO (AGRO3), até ITR de 09/2013

Análise dos fundamentos de Brasilagro Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas (AGRO3), abordando os balanços de 2008 até ITR de 09/2013.

51 páginas. Clique aqui para acessar.

Analisa o potencial de valorização de terras; receita e lucratividade da atividade agrária; aspectos particulares de uma empresa com foco agrícola e na atividade imobiliária rural.

Profunda e completa análise, abordando os aspectos internos (balanços e dados operacionais), de mercado e perspectivas futuras. Vários gráficos e quadros explicativos.
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